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Análise das finanças municipais e perspectivas

30/07/2018

O economista Alberto Borges apresentou na sede da Amunes a analise das finanças municipais auxiliando os prefeitos a entenderem o porque 2017 teve um nível de investimentos tão baixo que voltou ao patamar do final dos anos 90.

"Três coisas ajudam a entender o que está acontecendo com os investimentos. A primeira é que no primeiro ano de mandato, os investimentos naturalmente são menores, uma vez que os prefeitos estão entrando e se organizando. O segundo fator é a queda da receita muito forte. Em 2017, elas pararam de cair e se estabilizaram, mas os cortes no investimento tiveram que continuar. O terceiro fator é que, pela crise, a União e o Estado também estão segurando as transferências voluntárias. A união tem uma crise fiscal forte, além do teto de gastos, que reduziu de forma substancial essas transferências. Ou seja, houve uma drenagem de todas as fontes de recursos para se fazer investimentos, que, na crise, é sempre o primeiro gasto a se cortar".  

Alberto Borges, também fez uma análise futura nas finanças municipais. Disse que, qualquer melhora da receita talvez tenha que ser direcionadas para demandas reprimidas, os recursos serão escassos via convênios com o Estado e a União. Algum alívio talvez no primeiro semestre de 2020, ele entende  que operações de crédito possa ser uma alternativa de recursos novos para investimentos.


Com informações: Amunes.

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